eleições

Imprimindo gráficos em 3D no R

Hadley Wickham, um dos mantenedores do RStudio e criador do pacote tidyverse (que engloba outros, como dplyr, ggplot, forcats, purrr, etc), escreveu um excelente livro com Garret Grolemund chamado “R for Data Science”, que pode ser encontrado gratuitamente aqui. Recomendo fortemente, pois a didática é excelente, os exemplos são claros e os exercícios são desafiadores. Um fato curioso sobr o livro é que o mesmo ensina a fazer gráficos (com o ggplot) antes de ensinar todas as outras coisas, como funções, objetos, tratamento de bancos, análise exploratória e modelos.

Sobre a suposta fraude eleitoral nas eleições bolivianas

Antes do término da apuração das eleições na Bolívia, a OEA declarou em seu relatório (disponível aqui: https://www.oas.org/en/media_center/press_release.asp?sCodigo=E-099/19) que haveriam indícios de que “algo errado havia acontecido e que não poderiam assegurar a integridade do resultado”, devido às irregularidades encontradas pelos auditores da organização. Evo Morales prontamente afirmou que convocaria novamente as eleições, mas ainda assim as Forças Armadas do país obrigaram a sua renúncia, sendo esse um claro golpe para tomar o poder.

Textmining: análise dos discursos de Getúlio Vargas

Getúlio Vargas chega ao poder, como Chefe do Governo Provisório, em 1930, marcando o fim da República Velha, e fica no poder até 1945, elegendo-se novamente em 1951 como Presidente da República, cargo que ocupou até 1954. Implantando uma ditadura em 1930, Vargas modernizou o Brasil, que se tornou um estado autoritário e centralizado na figura do presidente. O “Pai dos Pobres”, como também é conhecido, é responsável pela Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), pela criação do BNDE (atual BNDES), a fundação e o desenvolvimento da Petrobrás, e também pela inserção do Brasil na Segunda Guerra Mundial.

Impacto de Reformas Eleitorais na Representação - análise do caso da Federação Russa

Os seguintes slides são da apresentação de um artigo de mesmo nome, na V Semana Discente do IESP-UERJ. No artigo, analiso o impacto de reformas eleitorais na Rússia no período em que o partido “Rússia Unida”, que suporta o presente Vladimir Putin, encontrou-se no poder. Ao analisar a desproporcionalidade em cada eleição, foi possível mensurar o efeito de cada reforma na mesma, a princípio indo contra a hipótese de que as reformas tinham um viés partidário em prol do “Rússia Unida”.

Impacto de reformas eleitorais na representação: análise do caso da Federação Russa

Artigo apresentado na V Semana Discente do IESP-UERJ, realizada em setembro de 2019. Resumo O presente artigo tem como objetivo analisar o impacto de reformas eleitorais na representação parlamentar, observando o caso da Federação Russa pós-ascensão de Vladimir Putin e do partido Rússia Unida. O intenção principal é averiguar como cada reforma impactou na desproporcionalidade da Duma, o parlamento, pensando a partir das hipótese de que as reformas foram executadas em prol de um autoritarismo em benefício do partido Rússia Unida, que predomina no cenário político russo.

Comparecimento eleitoral na Federação Russa: análise da eleição presidencial de 2018

Artigo publicado nos anais da IV Semana Discente do IESP-UERJ, realizada entre 12 e 14 de junho de 2018. Resumo Com 76,69% dos votos, Vladimir Putin é reeleito na Rússia, iniciando seu quarto mandado como presidente do país até 2024. Com voto facultativo, o índice de comparecimento às urnas está acima de 60% desde os anos 2000, o que acompanha a média dos outros países da Europa. Em 2018, a média do comparecimento nacional foi de 67,5%.