análise exploratória

BBB 20 - Prevendo a final

Olá a todos! Depois de um longo período conturbado, retorno (ainda não com a frequência que gostaria) o blog. Aproveitando essa quarentena por conta do COVID-19 (que posteriormente analisarei aqui), raspei e analisei alguns dados do BBB 20. O intuito do post de hoje é utilizar um modelo logístico para determinar a final do reality show, ou seja, os três participantes que sairão por último, independente da ordem.

Textmining: análise dos discursos de Getúlio Vargas

Getúlio Vargas chega ao poder, como Chefe do Governo Provisório, em 1930, marcando o fim da República Velha, e fica no poder até 1945, elegendo-se novamente em 1951 como Presidente da República, cargo que ocupou até 1954. Implantando uma ditadura em 1930, Vargas modernizou o Brasil, que se tornou um estado autoritário e centralizado na figura do presidente. O “Pai dos Pobres”, como também é conhecido, é responsável pela Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), pela criação do BNDE (atual BNDES), a fundação e o desenvolvimento da Petrobrás, e também pela inserção do Brasil na Segunda Guerra Mundial.

Mapas no R parte I: explorando Moscou

Moscou é famosa por diversos motivos: sua história, milenar, que se inicia nos tempos da Rus’ de Kiev; o fato de ser o berço da Revolução Russa; suas largas ruas, algumas com oito faixas, para tanques de guerra poderem passar; e suas belíssimas estações de metrô, que são verdadeiras obras de arte. O metrô de Moscou, além de servir como ponto de abrigo em casos de guerra nuclear.

Quem Voa - Análise dos vôos da FAB com autoridades do Estado

De Ícaro ao Tesla Roadster, voar sempre foi a vontade de muitos. Há quem diga que tem medo, e não duvido, embora acredite que o medo está não na altura ou no voar, mas nos possíveis acidentes que podem decorrer disso. De uma forma ou de outra, o céu brasileiro está cada vez mais povoado com a democratização do preço dos vôos, da quantidade de trechos disponíveis e da necessidade de chegar mais rápido em algum lugar.

joRge benjoR

Eu sou um grande fã de Jorge Benjor, gosto que herdei de meu pai. O suíngue, as batidas, as letras… Se o dia não está bom, basta ouvir “A Tábua de Esmeralda”, lançado em 1974, categorizado como “samba rock”, que tudo melhora. É, junto com “Racional vol. 1”, do Tim Maia, “Gita”, do Raul Seixas, e “Terra”, do Sá, Rodrix e Guarabyra, um dos meus discos favoritos. Ao mesmo tempo, sou um entusiasta da ciência de dados.